BOLSONARO: O PRESIDENTE QUE O BRASIL PRECISA!
 

 
B17: a vacina que o Brasil precisa


Graça Salgueiro


A primeira vez que votei para presidente da República, em 1989, disputavam Fernando Collor e Lula. As divergências eram claras e nas propagandas eleitorais haviam ataques de um contra o outro, mas nada tão violento e assombroso quanto estamos vendo hoje. Collor venceu naquele ano, depois veio Fernando Henrique Cardoso em dois mandatos e, mesmo o PT disputando em todos esses anos e só tendo saído vitorioso em 2002, não tenho lembrança de ter visto nada parecido às campanhas atuais. É certo que sempre houve uma "oposição consentida" entre PT e PSDB, afinal, são ovos da mesma serpente e, talvez por isso, a tolerância do PT e o fingimento do PSDB de que estavam de lados opostos.


Dessa vez é diferente. Derrotado em suas pretensões de lançar a maldição de termos outra vez Lula como presidente, restou ao PT oficializar um "poste", cuja candidatura foi anunciada no meio da rua, em frente à sede da Polícia Federal onde o dono do partido cumpre pena de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.


Nenhum partido levava fé em Jair Bolsonaro e somente o PSL lhe estendeu a mão. Partido pequeno, desconhecido e pobre, penso que nem mesmo seus dirigentes acreditavam que iam, da noite para o dia, se tornar o mais conhecido e o segundo em representatividade na Câmara. De 8 deputados, passou a 52 e 8 senadores, além de ter o candidato presidencial prestes a ganhar as eleições.


Nas eleições de 2014 Dilma Rousseff disse, em alto e bom som, que para vencer as eleições eles "fariam o diabo". Vê-se hoje, claramente, que eles são capazes mesmo disso. Há pouco mais de 30 dias da tentativa de assassinato de Bolsonaro, a Polícia Federal que faz as investigações não diz nada. Sabe-se somente que o autor material do crime fora filiado ao PSOL, partido que sempre apoiou e continua apoiando o PT. O ex-candidato desse partido, Guilherme Boulos, há poucos dias conclamava uma turba de desocupados a invadir a propriedade de Bolsonaro, tendo a seu lado sorrindo a presidente do PT, Gleise Hoffmann. Ao que se sabe, NADA até o momento aconteceu a este elemento pernicioso por essa clara incitação ao crime.


Na votação do dia 7/10 houve mais de 6.000 relatos de "estranhezas" nas malfadadas urnas, mas de todas as denúncias apenas 3, que foram protocoladas pelo deputado Francischini, seguiram para apuração no TSE que continua negando as rotundas fraudes, e orquestrou junto aos órgãos de imprensa uma campanha cerrada para dizer que mais de noventa por cento das denúncias foram, elas sim, fraudes, e que as urnas são "seguríssimas". O ministro da Segurança, por sua vez, tem afirmado que vai "punir" quem continuar dizendo que houve fraude e recentemente assinou um documento, junto com a ministra Rosa Weber, proibindo que os relatos de fraude que ocorrerem no segundo turno sejam divulgados. Assim como a apuração, as fraudes também devem ser secretas, ferindo o que reza a Constituição.


Desesperados com o rotundo fracasso, o PT resolveu tirar o vermelho de suas propagandas, colocando o verde e o amarelo com o nome de Haddad e com a mesmíssima logomarca de Jair Bolsonaro. Não colou. Partiram então para a blasfêmia mais abjeta, participando de uma Missa em honra de Nossa Senhora Aparecida, promovida por um sacerdote excomungado que deu a comunhão aos comunistas e abortistas Haddad e Manuela, mas o tiro saiu pela culatra: os fiéis católicos, e até evangélicos e judeus se revoltaram com a abominação e em vez de aumentar a intenção de votos, favoreceu ainda mais a Bolsonaro.


A baixeza moral do PT tem se refletido na baixeza da campanha política, com o apoio absoluto da imprensa nacional e estrangeira. Um capoeirista foi assassinado na Bahia, numa briga de bar, mas a imprensa esquerdista sempre solícita logo colocou em suas manchetes que o criminoso era "eleitor de Bolsonaro" e que o crime se dera por "motivações políticas". O criminoso se entregou à polícia espontaneamente e mesmo tendo afirmado que nem era eleitor de Bolsonaro nem o assassinato tivera qualquer relação com a política, ninguém da grande imprensa desmentiu a infâmia. E na propaganda da televisão, Haddad continua com seu discurso torpe de que seu adversário defende tortura, ditaduras e que seus eleitores estão sendo atacados estimulados pelo discurso de ódio de Bolsonaro, inclusive pondo em sua conta o assassinato do capoeirista.


Parafraseando o bordão do presidiário, "nunca antes na história desse país" se viu tanta violência posta em prática numa eleição, porque o que está sendo posto em questão não é "o jogo da democracia" como hipocritamente afirmam as emissoras de televisão e o TSE, mas um jogo de poder, onde o perdedor não quer largar o osso. Por isso eles têm feito o diabo para não sair de cena, mas Bolsonaro é como massa de pão: quanto mais batem, mais ele cresce, enquanto o PT agoniza em seu ocaso jamais imaginado.


Jair tem Messias no nome mas é apenas um homem simples, franco, honesto e patriota, que fez renascer nos corações de milhares de brasileiros o sentido de Pátria há tanto esquecido, que os faz exibir com orgulho a bandeira nacional e que pela primeira vez, em décadas, está percebendo "quem" é esse parido da estrela vermelha e está lhe dando um rotundo NÃO, PT NUNCA MAIS!, demonstrando isso já no primeiro turno mandando para casa velhas raposas que se julgavam "inatacáveis" e agora, sem foro privilegiado, vão pagar por seus incontáveis crimes. B17 é a vacina que precisamos, e é disso que eles têm tanto medo, daí o desespero! Que Deus nos proteja a todos!