UE AOS PEDAÇOS! O DESAFIO DA HUNGRIA
 

 


Vamos parar Bruxelas! Hungria revoltada contra UE por forçar a imigração ilegal

A HUNGRIA está em revolta aberta contra a política de imigração da União Europeia, com cartas enviadas a cada pergunta cidadão perguntando se eles querem que o governo coloque estrangeiros sob vigilância.

Por Patrick Christy

EXPRESS

04/01/2017

Um questionário do governo de Viktor Orbán, intitulado "Vamos parar Bruxelas!" pergunta aos húngaros o que o governo deve fazer em face ao mandato de Bruxelas de permitir que imigrantes ilegais entrem livremente no continente.

A carta pede "o que a Hungria deve fazer" como "apesar de uma série de ataques recentes de terrorismo na Europa ... Bruxelas quer forçar a Hungria para deixar entrar os imigrantes ilegais".

As opções são: "1. Os imigrantes ilegais devem ser mantidos sob supervisão até as autoridades decidirem seus casos" e "2. devemos permitir que imigrantes ilegais se movam livremente na Hungria".

Bence Tuzson, um alto funcionário do governo, disse: "Grandes decisões e lutas nos próximos tempos na Hungria. A Hungria só pode ganhar essas lutas se sentir o apoio do país".

A pesquisa pública, parte da "Consulta Nacional 2017", iniciativa do governo de direita do primeiro-ministro Orbán, se segue à introdução de novas leis que permitem a detenção por tempo indeterminado de migrantes em campos de containers.

A Hungria está também construindo grandes cercas fronteiriças para impedir que os refugiados norte-africanos e do Oriente Médio simplesmente entrem no país.

Em outubro, 98 por cento dos que votaram optaram por rejeitar quotas migrantes da UE na Hungria, mas como havia uma participação de apenas 42 %, o voto foi anulado.

O questionário também pediu aos húngaros a sua opinião sobre as organizações não-governamentais, ONGs, que o governo sabe que apoiam a migração ilegal e querem minar a soberania do país.

Em 2015, também lançou uma Consulta Nacional, perguntando de casa em casa acerca de "imigração e terrorismo". Mas este questionário foi considerado xenófob pela agência de refugiados das Nações Unidas UNHCR, que ficou "chocada" com o seu conteúdo.

Tradução: Heitor De Paola